• [23-03-22] Marcha Vegan pelo dia da Terra – Vegan Earth day March – Portugal @ Avenida dos Aliados Porto

    Fevereiro 16, 2023

    eventos.coletivos.org

    Marcha Vegan pelo dia da Terra – Vegan Earth day March – Portugal

    Avenida dos Aliados Porto – Aliados, Centro Histórico, Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória, Porto, 4000-274, Portugal
    (quarta-feira, 22 março 15:00)
    Marcha Vegan pelo dia da Terra - Vegan Earth day March - Portugal

    Dia 22 de Abril contamos com todas e todos nas ruas a alertar o público geral para os impactos nefastos da indústria pecuária. A exploração animal para consumo humano gera cerca de 15% do total das emissões globais de gases com efeito de estufa, superior a todas as emissões juntas criadas por todos os transportes no mundo. Também utiliza cerca de 70% de todas as terras agrícolas, sendo o principal responsável para a toda a desflorestação, perda de biodiversidade e poluição da água no planeta.

    A Marcha Vegan pelo dia da Terra é uma manifestação mundial realizada com o intuito de sensibilizar a opinião pública para o papel da indústria pecuária na actual crise climática e ecológica.

    A NOSSA MISSÃO:
    Criar uma mudança de paradigma na sociedade com o objectivo de normalizar a não-violência, a sustentabilidade e a libertação colectiva de todos os terráqueos através do desenvolvimento e transição imediata para um sistema alimentar baseado 100% em plantas.

    O Planeta, os animais e o FUTURO necessitam de ti!
    Junta-te a nós


  • [23-02-25] Manifestação por uma vida justa | Basta de aumento dos preços @ Praça do Marquês de Pombal

    Fevereiro 16, 2023

    eventos.coletivos.org

    Manifestação por uma vida justa | Basta de aumento dos preços

    Praça do Marquês de Pombal – Praça Marquês de Pombal, São Mamede, Santo António, Lisboa, 1269-133, Portugal
    (sábado, 25 fevereiro 15:00)
    Manifestação por uma vida justa | Basta de aumento dos preços

    Da Praça do Marquês Pombal até à Assembleia da República, em Lisboa, manifestação por uma vida justa: Basta de aumento dos preços – no dia 25 de Fevereiro, sábado, pelas 15h00.
    https://vidajusta.org/

    Todos os dias os preços sobem, os despejos de casas aumentam e os salários dão para menos dias do mês. As pessoas estão a escolher se vão aquecer as suas casas ou comer.

    Depois da pandemia vieram as guerras e as sanções e com elas a crise social e a ameaça de recessão económica. A crise não parece ter fim à vista.

    As pessoas são vítimas de uma sociedade que acha normal pagar mal a quem trabalha. Quando começou a pandemia, a gente dos bairros continuou a cumprir o seu dever, quando muitos recolheram a casa. As trabalhadoras da limpeza continuaram a trabalhar, os dos transportes a manter o país a funcionar, os operários da construção civil a ir para as obras, os trabalhadores dos supermercados continuaram a sacrificar-se por toda a gente.

    Todos os dias, vemos os lucros das petrolíferas e das grandes empresas a crescerem, e os salários de quem trabalha a desaparecerem.

    O governo está mais preocupado em pagar a dívida pública, ao dobro da velocidade que a União Europeia nos quer obrigar, do que em ajudar a maioria das pessoas a resistirem a esta crise.

    O estado de guerra na Europa transformou-se – com as sanções cegas que não param o massacre e a escalada dos combates na Ucrânia – numa guerra às pessoas que trabalham. Dando ainda mais dinheiro aos ricos, enquanto baixam, cada vez mais, os salários reais dos trabalhadores.

    Em muitos dos bairros, as autoridades atacam e fecham os pequenos comércios que servem as comunidades, apreendendo as mercadorias e pondo em causa a sustentabilidade dos bairros e a manutenção da economia local. Há uma guerra contra as populações mais pobres que tem de parar.

    Para inverter esta situação, as pessoas têm de ter o poder de exigir um caminho mais justo que distribua igualmente os custos desta crise. Não pode ser sempre o povo a pagar tudo, enquanto os mais ricos conseguem ainda ficar mais ricos.

    É preciso dar poder às pessoas para conseguirem ter uma vida digna. Exigimos um programa de crise que defenda quem trabalha: os preços da energia e dos produtos alimentares essenciais devem ser tabelados; os juros dos empréstimos das casas congelados, impedir as rendas especulativas das casas, os despejos proibidos; deve haver um aumento geral dos salários acima da inflação; medidas para apoiar os comércios, pequenas empresas e os postos de trabalho locais e valorizar económica e socialmente os trabalhos mais invisíveis como o de quem trabalha na limpeza.

    Em tempo de crise, a política tem de proteger mais as pessoas.

    Gente preocupada dos bairros, militantes de várias causas e movimentos sociais querem dar passos para construir uma rede e multiplicar acções que dêem mais poder às pessoas e que consigam impor políticas que defendam as populações e quem trabalha.

    Por tudo isso, todos os que subscrevem este manifesto da Vida justa (moradores dos bairros, pessoas dos movimentos sociais e outros cidadãos) convocam uma manifestação, em Lisboa, no dia 25 de Fevereiro, e várias concentrações locais, para defesa dos nossos bairros e da dignidade de vida dos que trabalham e que criam a riqueza do país.

    No dia 25 de Fevereiro, estaremos na rua para exigir ao governo que nos ouça e que cumpra estas medidas mínimas que propomos para que a crise seja combatida com justiça.

    Justiça e igualdade para acabar com a crise.


  • [23-02-22] Gasoduto Celorico – Vimioso: porquê? para quê? Para quem? @ CooLabora CRL

    Fevereiro 16, 2023

    eventos.coletivos.org

    Gasoduto Celorico – Vimioso: porquê? para quê? Para quem?

    CooLabora CRL – Rua Comendador Marcelino, 53, Covilhã, Portugal
    (quarta-feira, 22 fevereiro 18:00)
    Gasoduto Celorico - Vimioso: porquê? para quê? Para quem?

    Na próxima semana, na Covilhã, vamos começar um debate que ainda não começou na sociedade portuguesa e menos ainda nas comunidades e territórios onde o governo planeia construir mais de uma centena de quilómetros de gasoduto. Este projeto ameaça não ser mais do que um novo apoio público à expansão do gás, pintado de verde. Vem descobrir mais nesta sessão na Covilhã #nãoaogasoduto


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