• [23-10-21] Queremos uma Vida Justa! @ Rossio

    Agosto 25, 2023

    eventos.coletivos.org

    Queremos uma Vida Justa!

    Rossio – Rossio, Lisboa
    (sábado, 21 outubro 15:00)
    Queremos uma Vida Justa!

    📢🪧 Queremos uma vida justa

    Somos a maioria. Temos dificuldade em ter casa, vivemos em habitações sem condições, hoje o aluguer de um quarto custa o que se pagava por uma casa há dez anos; trabalhamos com salários que nunca aumentam e não chegam para os 30 dias do mês; os nossos bairros têm falta de transportes públicos, os grandes investimentos são feitos para linhas circulares para turistas, é suposto nós não termos direito à cidade, fora da hora de trabalho; os preços dos bens essenciais estão cada vez mais caros, há muito que não tínhamos dinheiro para férias, hoje não temos dinheiro para o leite; os governos não nos respeitam, a polícia trata-nos como se não fossemos pessoas: cercam os nossos bairros e agridem os jovens.

    Os nossos problemas parecem invisíveis. Apesar de criarmos riqueza e trabalharmos todos os dias, haja pandemia ou não, a verdade é que aquilo que se vê nas televisões, aquilo que se preocupam os governos é com os banqueiros e «contas certas». São sempre contas para quem é rico nunca pensam em quem trabalha.

    Vamos para a rua, no dia 21 de Outubro, para que percebam uma coisa: somos a maioria. E é tempo dos muitos fazerem ouvir a sua voz. A injustiça persiste também por causa do nosso silêncio. Vamos tomar a palavra e exigir que se façam políticas justas que promovam a igualdade: todos e todas temos direito a ter uma vida justa, merecemo-la todos os dias em que trabalhamos, e os jovens merecem ter um futuro melhor.

    Basta de aumento de preços, queremos casa para viver, transportes para todos, aumento dos salários, contra a repressão policial nos bairros.

    Manifestação, dia 21 de Outubro, 15 horas, do Rossio ao Parlamento.

    Estamos juntos, estamos fortes.

    #vidajusta #manif21outubro


  • [23-09-03] Protesto pela Floresta do Futuro @ Lisboa, Porto, Coimbra, Odemira, Figueira da Foz, Viseu, Oliveira do Hospital, Arganil, Sertã, Cartaxo, Proença-a-Nova, Vila Nova de Poiares, Braga

    Agosto 24, 2023

    eventos.coletivos.org

    Protesto pela Floresta do Futuro

    Lisboa, Porto, Coimbra, Odemira, Figueira da Foz, Viseu, Oliveira do Hospital, Arganil, Sertã, Cartaxo, Proença-a-Nova, Vila Nova de Poiares, Braga – Portugal
    (domingo, 3 setembro 00:00)
    Protesto pela Floresta do Futuro

    Protesto pela Floresta do Futuro

    O que era esperado continua a acontecer. A destruição de áreas rurais, comunidades e territórios continua após décadas de avisos, de pareceres, de discussões, de traições e desprezo. O estado de degradação da floresta portuguesa continua a ser condição fundamental para a catástrofe: abandono, monoculturas industriais, espécies invasoras, degradação dos serviços de protecção e vigilância, desinvestimento no interior. Em cima disto, a seca engole o país devido à crise climática e o calor torna tudo mais frágil. Os incêndios que ocorreram este ano em Odemira, Proença-a-Nova, Monchique, Cadaval, entre outros, são a manifestação disto. Em ciclos cada vez mais curtos o nosso país está exposto a incêndios catastróficos que têm responsáveis.

    Olhamos para o futuro e não podemos ignorar que o que está a acontecer é exactamente o que governos e celuloses impuseram: mais monoculturas, mais eucaliptos, mais incêndios, mais abandono, despovoamento, alterações climáticas, desertificação e perda de biodiversidade. Mais monoculturas de eucaliptos, invasoras e espécies de crescimento rápido com apetência pelo fogo substituem a floresta autóctone, acelerando este ciclo. E o clima muda, fica mais quente, mais seco, com secas, verões mais longos e menos dias de chuva. O deserto está a ganhar. Esse também é o plano dos governos e das celuloses. Não têm outro plano e rejeitam qualquer alternativa.

    As medidas que não revertem este ciclo, aceleram-no. Precisamos de floresta como a primeira barreira contra a seca e desertificação. Para isso temos de mudar a paisagem. Não daqui a décadas, agora. Temos de responsabilizar as celuloses que nos trouxeram até aqui, a The Navigator Company e a Altri Florestal, e os governantes que lhes estenderam a passadeira – de todos os partidos. Não as travaram e entregaram-lhes o futuro do nosso país. Não podemos aceitar mais isto. As celuloses têm de pagar a destruição do passado e a atual.

    Responsabilizamos também as empresas portuguesas que continuam a agravar a crise climática, como a Galp e a EDP, que planeiam continuar as suas atividades destruidoras e extrativistas durante décadas, lucrando como nunca e rejeitando os cortes de emissões necessários para travar o caos no clima. É urgente assegurar as necessidades das pessoas, o equilíbrio ambiental e a saúde pública e não os negócios de sempre. 

    Precisamos menos ignições e menor área ardida. Isso significa ter um cadastro florestal total do território nacional, e o que está abandonado tem de ser assumido pelo Estado. A áreas abandonadas têm de ser geridas, não pelas estruturas caquéticas atuais, mas por uma instituição criada para o efeito. O rumo seguido durante décadas no mundo rural em Portugal foi feito em oposição aos pequenos proprietários e à diversificação rural, agrícola e florestal, mantendo propositadamente preços baixos e pobreza permanente. Uma floresta de futuro tem de ser construída com intervenção direta do estado, mas de um estado que rejeite ficar nas mãos de uma indústria devastadora para o país, como é a das celuloses.

    Temos de deseucaliptizar Portugal. Precisamos de tirar 700 mil hectares de área de eucaliptal no país esta década – que corresponde fundamentalmente ao que tem sido abandonado – e transformar essas áreas em floresta e bosque resiliente que aguente o futuro mais quente e mais seco que a crise climática produziu. Temos fazer isto acontecer para travar o deserto.

    No dia 3 de Setembro saímos à rua, em Lisboa, no Porto, em Coimbra, em Odemira, na Figueira da Foz, em Viseu, em Oliveira do Hospital, em Arganil, na Sertã, no Cartaxo, em Proença-a-Nova, em Vila Nova de Poiares, … e em outros territórios porque as promessas e os remendos dos últimos anos nunca cortaram a lógica que nos trouxe até aqui e que nos levará, se não nos rebelarmos, a abdicar do território em que vivemos para que se torne uma zona incapaz de sustentar populações, incapaz de defender vidas. Saímos à rua por um futuro muito além da lógica redutora dos ciclos económicos e políticos. Basta.


  • #PTrevolutionTV #AltPT Quando o calor acalmar, a PTrevolutionTV gostava de visitar o teu espaço e fazer um jantar benefit com uma conversa sobre Media Independente para ajudar o nosso objectivo de ir a Davos 2024. Se ajudas a gerir um espaço inclusivo e quiseres a nossa presença até à passagem de ano, entra em contacto connosco porque queremos muito ir a Davos 2024, mas para isso precisamos da tua ajuda. Nós cozinhados e promovemos uma conversa sobre Media Independente em Portugal e no Mundo só precisamos que arranjes os espaço e entres em contacto connosco. Pela soberania da informação. Informação sem cortes, sem edição, sem manipulação, sem tretas… @PTrevolutionTV

    Agosto 23, 2023

    PTrevolutionTV

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    Quando o calor acalmar, a PTrevolutionTV gostava de visitar o teu espaço e fazer um jantar benefit com uma conversa sobre Media Independente para ajudar o nosso objectivo de ir a Davos 2024.

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